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“A ideia é aproximar as pessoas do nosso trabalho de monitoramento da fauna. Com a ajuda das pessoas, poderemos registrar a presença do mico-leão-dourado e da preguiça-de-coleira, além de identificar situações de risco para essas espécies. Os relatos, com o envio de fotos, vídeos e localização, por exemplo, vão compor um banco de dados essencial para estimar populações, mapear áreas de ocorrência e monitorar doenças. Tudo isso contribui para ações reais de conservação”, explicou a bióloga Camila Rezende, que coordenou a implementação da rede MICOnsciência na Amld.
Fonte: G1
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