Hugo Oliveira fala em “lindo jogo de futebol”: “Tenho de tirar o chapéu”

Coragem: “Aí, eu tenho de tirar chapéu aos meus rapazes. Tivemos jogadores com exibições fantásticas. Com a idade que eles têm e a capacidade que têm para ler o jogo. O Sá, por exemplo, com e sem bola. A capacidade interpretativa muito, muito boa. Um grandíssimo jogo de futebol, entre o FC Porto e o […]

Hugo Oliveira fala em “lindo jogo de futebol”: “Tenho de tirar o chapéu”
Hugo Oliveira fala em “lindo jogo de futebol”: “Tenho de tirar o chapéu”


Coragem: “Aí, eu tenho de tirar chapéu aos meus rapazes. Tivemos jogadores com exibições fantásticas. Com a idade que eles têm e a capacidade que têm para ler o jogo. O Sá, por exemplo, com e sem bola. A capacidade interpretativa muito, muito boa. Um grandíssimo jogo de futebol, entre o FC Porto e o Famalicão. Que lindo jogo de futebol. O desenvolvimento desta ideia de jogo corajosa, destes jogadores… Os rapazes mereciam esta alegria no final por tudo o que trabalhavam.”

O golo sofrido nos descontos: “Falamos todos os dias de fome. O que nos alimenta na vida e no trabalho é viver emoções, não sobrevivendo e ver o que a vida dá. Não, ambição no máximo, esfomeados por tudo. Há jogo até ao final e nós acreditamos sempre. Sentimos que dava qualquer coisa. Quantas defesas fez o nosso guarda-redes? Quantas defesas fez o guarda-redes do FC Porto? Agora, sem tirar mérito a um adversário fortíssimo, que está em primeiro com muito mérito, com muita capacidade tática e que também é esfomeado. A vida é feita destes momentos. Para mim, o sábado de Páscoa é um dia muito especial para o futebol. As minhas memórias dos sábados de Páscoa são de ir com o meu pai ver a bola. Um dia vão lembrar-se do Famalicão que jogou de peito aberto com o FC Porto e no fim empatou.”

O discurso ao intervalo: “Acreditamos sempre no que vem aí. A primeira parte foi para analisar. Estávamos a chegar muito distantes, tínhamos de chegar a essas fases de finalização muito mais por dentro. O FC Porto, naturalmente, foi crescendo pelo poder que foi entrando a partir do banco. Depois de o FC Porto fazer o golo não podia estar acabado. O golo do empate é algo trabalhado. Saímos daqui com este resultado, mas não era o mais importante, era sim jogarmos aqui o nosso jogo.”

O calendário difícil até ao final: “Nós não nos assustamos nunca. Quem estiver atento ao nosso campeonato, nunca estivemos assustados. O que tiramos daqui? Um momento de felicidade para os nossos adeptos. A vida é feita de viver momentos.”

FC Porto não foi capaz de ir além de um empate a duas bolas com o Famalicão, pelo que o segundo classificado, o Sporting, tem em mãos a oportunidade de reduzir para dois pontos a distância para a liderança, assim que colocar o calendário em dia.

Carlos Pereira Fernandes | 22:35 – 04/04/2026



Fonte: Notícias ao Minuto

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