
Análise: “Foi um excelente jogo. Acho que jogámos de forma proativa, dinâmica e com personalidade. Começámos muito bem, instalados no meio-campo do Benfica e o penálti acaba por surgir daí. O Benfica respondeu, sem grande entrada na área, mas muito por cantos e zonas circundantes. A melhor oportunidade até é nossa, com o Barbero a cabecear ao lado. O Benfica depois dominou territorialmente e fomos empurrados para trás. Na segunda parte, corrigimos isso e o posicionamento na primeira fase. Temos uma oportunidade claríssima para fazer o 2-0 e o Benfica faz o empate logo a seguir. Até acabamos com mais golos esperados do que o Benfica e temos quatro ou cinco oportunidades muito claras. É amargo sofrer a fechar o jogo, é doloroso para a equipa, mas não vivemos de vitórias morais.”
Golo ao cair do pano como diante do Sporting: “São momentos diferentes. No jogo com o Sporting, queremos ganhar e o golo surge após uma transição do Puche. No Dragão, foi um penálti, aqui acabou por ser lance fortuito, onde não chutámos a bola para a frente. São pormenores que acabam por ser fortes e doem muito. Orgulho nos jogadores e foco na atitude e desempenho.”
Mexidas do lado do Benfica: “O Lukebakio perspetivámos que pudesse jogar. Não mexeu connosco. O Djouahra, mais atrás, teve a ver com construção mais baixa com o Dahl, seria desconfortável baixar o Trezza.”
Muitas ocasiões criadas: “Sentimos que fomos proativos e colocámos dificuldades. Às vezes, nos jogos ‘grandes’, falta volume de oportunidades, mas hoje tivemos. Fica um amargo pesado na boca, difícil de digerir, apenas sustentado pela forma como competimos com um adversário muito forte.”
Em encontro a contar para a jornada 26 do campeonato português, as águias apresentaram uma exibição cinzenta em Arouca e alcançaram a vitória apo cair do pano. Encarnados igualam leões na classificação
Rodrigo Querido | 22:34 – 14/03/2026
Fonte: Notícias ao Minuto
