Três banalidades do dia a dia que provocam (grave) exaustão mental

A exaustão mental é tão real quanto os problemas que dela advêm. Mas, afinal, o que pode provocar este cansaço psicológico quase inexplicável e que tende a aparecer mesmo quando tudo parece estar perfeitamente bem? Psicólogos revelaram ao Your Tango as banalidades que invadem o nosso dia a dia e que, afinal, tendo em conta […]

Três banalidades do dia a dia que provocam (grave) exaustão mental
Três banalidades do dia a dia que provocam (grave) exaustão mental


A exaustão mental é tão real quanto os problemas que dela advêm. Mas, afinal, o que pode provocar este cansaço psicológico quase inexplicável e que tende a aparecer mesmo quando tudo parece estar perfeitamente bem?

Psicólogos revelaram ao Your Tango as banalidades que invadem o nosso dia a dia e que, afinal, tendo em conta os danos causados, não são assim tão banais.

A presença constante da inteligência artificial

Não é novidade nenhuma, a inteligência artificial (IA) tira a paz e, nalguns casos, até pode chegar a tirar o emprego de muitas pessoas.

Estes especialistas revelam que “existe uma ansiedade constante devido à possibilidade da IA dominar o mundo”. 

Apesar desta ferramenta ser bastante útil nalguns setores, noutros pode chegar a tornar-se o principal ‘funcionário’. 

Um estudo citado pela mesma fonte revela que, “atualmente a IA já pode substituir 11,7% da força de trabalho, conforme reportado pela CNBC”. 

A par desta catástrofe digital, os especialistas revelam que a inteligência artificial alimenta a preguiça de muitos indivíduos.

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Disponibilidade excessiva

Inicialmente, as redes sociais demonstravam-se bastante vantajosas tendo em conta a proximidade que estabeleciam. No entanto, agora a perspetiva não é exatamente a mesma. Devido à falta de controlo do tempo dispendido online, a disponibilidade de qualquer indivíduo torna-se demasiado imediata. 

“Com um telemóvel no bolso, qualquer pessoa nos poderá contatar quando quiser. Estamos sempre de plantão, seja para trabalho ou conversas fúteis e sem interesse”, o que se torna desgastante para o cérebro, alertam estes especialistas.

Precisando de uma pausa dos ecrãs, mas com ecrãs

Esse detox digital torna-se contraproducente. Deixar o telemóvel para passar para o computador não é o método mais eficaz. Na verdade, torna-se até um pouco hipócrita.

Como podemos equilibrar isso? “A verdade é que precisamos de nos permitir ficar entediados. É bom para nós. Precisamos de aceitar o tédio e dar um descanso à nossa mente”, esclarecem.

Tal como um músculo, o cérebro desenvolve-se à medida que vai sendo estimulado. Assim, quando alguém se propõe a um desafio, a fugir um pouco à rotina ou a aprender algo novo, há uma evolução. Uma neurologista destacou ainda a importância do descanso.

Mariline Direito Rodrigues | 07:52 – 28/01/2026



Fonte: Notícias ao Minuto

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