
“Até ao final de junho, o número de empresas de IA ultrapassou as 6.600, representando 15% do total mundial”, afirmou a Academia Chinesa de Tecnologia da Informação e Comunicações (CAICT) num comunicado publicado nas redes sociais esta segunda-feira.
De acordo com a CAICT, a indústria de IA na China estabeleceu um “ecossistema industrial abrangente que inclui infraestruturas de base, estruturas de modelos e aplicações industriais”.
A academia referiu que a cadeia industrial da IA se divide na camada de infraestruturas, na camada de estruturas de modelos e na camada de aplicações.
A inteligência artificial (IA) está associada a 55% dos cibercrimes denunciados em África, tornando os ataques “mais rápidos, escaláveis e difíceis de detetar”, alertou hoje a Interpol num novo estudo sobre ciberameaças no continente.
Lusa | 19:32 – 03/08/2026
“Em 2025, a dimensão da camada de infraestruturas de IA da China cresceu 59% em relação ao ano anterior, representando 38% do total; a dimensão da camada de estruturas de modelos de IA cresceu 189%, representando 7%, e a dimensão da camada de aplicações de IA cresceu 22%, representando 55%”, acrescentou a CAICT.
A CAIC observou que a indústria de inteligência artificial da China é “altamente concentrada” em termos de distribuição geográfica. Pequim, Guangdong, Xangai, Zhejiang e Shandong lideram o desenvolvimento da IA, juntas, estas cinco províncias representam mais de 80% da indústria de IA da China.
A academia descreveu o setor da IA na China como “em plena expansão”, com as inovações tecnológicas a alcançarem uma série de avanços, “marcando um período de vitalidade sem precedentes”.
A tecnológica chinesa Alibaba apresentou hoje o Qwen3.8-Max, o seu modelo de inteligência artificial mais avançado até à data, num novo passo na competição entre os principais programadores chineses e norte-americanos de sistemas de raciocínio, programação e agentes autónomos.
Lusa | 07:43 – 03/08/2026
A tecnológica chinesa Alibaba apresentou esta semana o Qwen3.8-Max, o seu modelo de inteligência artificial mais avançado até à data, num novo passo na competição entre os principais programadores chineses e norte-americanos de sistemas de raciocínio, programação e agentes autónomos.
O Qwen tornou-se um dos principais pilares da aposta da Alibaba na inteligência artificial e na computação em nuvem, áreas nas quais o grupo anunciou investimentos superiores a 52 mil milhões de dólares (45 mil milhões de euros) ao longo de três anos.
O lançamento ocorre numa altura de forte dinamismo do setor chinês da IA, após a apresentação de modelos como o Kimi K3, da Moonshot, ou o GLM-5.2, da Zhipu, e em plena competição tecnológica entre a China e os Estados Unidos por tecnologias consideradas estratégicas.
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Fonte: Notícias ao Minuto
