
Capacidade de sofrimento: “Orgulhoso daquilo que a equipa foi capaz. Na primeira parte fomos melhores com bola e um segundo tempo em que o FC Porto foi melhor do que o Sporting com bola. Fomos caindo em termos físico, um pouco natural tendo em conta aquilo que tem sido a exigência da nossa época e dos últimos jogos. Mas a equipa manteve um espírito enorme, competitivo e de ajuda. Sabíamos que tínhamos de sofrer em alguns momentos e foi isso que a equipa fez na segunda parte. Acabou por saber sofrer e com todos os infortúnios que sofremos hoje com o Inácio e o Morten que sofreram entorses. Isso condicionou-nos as substituições. Acima de tudo muito orgulhoso pelo espírito de família e de amizade que tem este grupo. Merece muito estar na final por tudo o que tem sido a nossa época.”
Sporting procurou marcar um golo: “Fomos muito bons com bola na primeira parte, batemos quase sempre a pressão do FC Porto. Eles tiveram um lance de perigo aos 47 minutos em que facilitámos numa marcação. Na segunda parte o cansaço apareceu um pouco. É impossível não vir, por tudo o que tem sido a nossa época. Não controlamos as lesões traumáticas. Mas ressalvo o espírito de grupo da equipa. Ainda são campeões nacionais e merecem esse respeito e a grandeza que lhes dou. Os adeptos foram muito importantes, nomeadamente na segunda parte. A nossa energia baixou um pouco e eles estavam lá. Estiveram connosco a sofrer, a lutar para estarmos a lutar por mais uma final.”
Apuramento em cima do cansaço: “É bom porque a época tem sido boa. O grupo merece esse reconhecimento, independentemente do campeonato estar mais difícil. Foi uma Champions fantástica da nossa parte, em que nos batemos com os melhores. Não ficámos aquém de ninguém. O campeonato está difícil, mas estamos na luta. E estamos na final da Taça. Isto engrandece o nosso caminho e o Sporting. Uma equipa grande como a nossa quer estar até ao fim a lutar pelos troféus. É isso que tem acontecido.”
Queixa de Farioli: “Na segunda parte, o FC Porto foi melhor do que o Sporting com bola, na primeira fomos melhores, em relação ao tempo… Deve ter-se esquecido das bolas e das toalhas.”
Inácio e Hjulmand: “São duas entorses e vamos avaliar isso. Sei que são dois infortúnios e duas baixas para os próximos jogos. Oxalá não seja nada de grave. Precisamos muito deles.”
Como se trabalha em cima de uma equipa cansada? “A acreditar sempre que com trabalho é possível e, acima de tudo, com a resposta que eles dão diária porque são um grupo fantástico.
Depois da vitória pela margem mínima trazida da primeira mão, o Sporting procurou gerir o resultado. O FC Porto apresentou mais intensidade, teve as melhores ocasiões, mas a resistência leonina fez a diferença.
Rodrigo Querido | 22:51 – 22/04/2026
Fonte: Notícias ao Minuto
