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RETROSPECTIVA 2023 – Brasil perde Rita Lee, João Donato, Leny Andrade, Carlos Lyra e outros gigantes da música

♪ RETROSPECTIVA 2023 – A morte do músico Jarbas Alves – o Jabá, baixista da formação original do grupo paulistano Ratos de Porão – engrossa hoje, 26 de dezembro, a lista de perdas da música brasileira ao longo de 2023.
Dizer que, na música, o ano foi marcado pelas mortes de grandes talentos é clichê porque todo ano saem de cena talentos gigantes. Mas um clichê verdadeiro porque, infelizmente, foi assim também em 2023.
Basta mencionar a morte de Rita Lee em 8 de maio, a partida de João Donato em 17 de julho, a saída de cena de Astrud Gilberto em 5 de junho, os falecimentos das cantoras Doris Monteiro e Leny Andrade – ambos em 24 de julho – e a morte de MC Marcinho em 26 de agosto, além da partida de Carlos Lyra em 16 de dezembro, para atestar as perdas de nomes referenciais da música brasileira em 2023.
No campo da composição, as mortes de Carlos Colla (em 13 de janeiro), Sueli Costa (em 4 de março), Theo de Barros (em 15 de março), Paulo Debétio (em 19 de junho) e Paulo André Barata (em 25 de setembro) serão para sempre sentidas por quem valoriza a arte de criar música e/ou letra.
Entre os instrumentistas, o Brasil ficou sem os belos acordes do violonista Sérgio Abreu (em 19 de janeiro), do baixista Bebeto Castilho (em 10 de março), do também baixista Canisso (em 10 de março), do baterista Ivan Conti, o Mamão (em 17 de abril), do tecladista Luiz Schiavon (em 15 de junho), do trombone de Zeca do Trombone (em 20 de junho), do guitarrista Celso Vecchione (em 21 de outubro), do tecladista Alex Moreira (também falecido em 21 de outubro) e do guitarrista Lanny Gordin (em 28 de novembro).
Sem falar em Germano Mathias, Juca Chaves, Cynara Faria, Chiquinho de Moraes, Jerômimo Jardim, Carlos Gonzaga, Lana Bittencourt, Cyva e Veloso Dias – nomes que também saíram de cena ao longo de 2023, mas ficam na história da música brasileira. Até porque, se breve é a vida, longa é a arte.
João Donato, morto em 17 de julho, deixa obra referencial na música brasileira
Divulgação / Manoela Cardoso

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