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“Significa que os esforços, a informação e os dados publicados depois do primeiro ano, no 1º Seminário Regional, fizeram com que as prefeituras agissem em parceria com o poder privado e, assim, o segundo ano se refletisse em uma menor poluição nos ecossistemas aquáticos pesquisados. Então, para a gente, nesse 2º Seminário, apresentar, falar sobre isso e aumentar a ambição dessas prefeituras, em parceria com a Prolagos e com a Universidade (Veiga de Almeida), de resolver o problema, tem sido uma grata surpresa”, afirmou a gerente de Água, Oceano e Resíduos do Pacto Global – Rede Brasil, Gabriela Otero.
Fonte: G1