Microsoft lançará “super app” de IA para rivalizar com OpenAI e Anthropic

A Microsoft apresentou recentemente os resultados financeiros da empresa relativos ao último trimestre e aproveitou a oportunidade para adiantar aos acionistas e investidores que a empresa planeia lançar uma “super aplicação”. que tenha a Inteligência Artificial da empresa – o Copilot – como elemento central. A notícia foi partilhada pelo CEO Satya Nadella, que adiantou […]

Microsoft lançará “super app” de IA para rivalizar com OpenAI e Anthropic
Microsoft lançará “super app” de IA para rivalizar com OpenAI e Anthropic


A Microsoft apresentou recentemente os resultados financeiros da empresa relativos ao último trimestre e aproveitou a oportunidade para adiantar aos acionistas e investidores que a empresa planeia lançar uma “super aplicação”. que tenha a Inteligência Artificial da empresa – o Copilot – como elemento central.

A notícia foi partilhada pelo CEO Satya Nadella, que adiantou que a aplicação será lançada em 2026 e combinará capacidades de conversação, de programação e também de agentes de Inteligência Artificial. Mais ainda, esta “super app” terá como objetivo atender às necessidades tanto das empresas como de consumidores comuns.

“O Copilot está a evoluir rapidamente”, declarou Nadella de acordo com o site The Verge. “Este trimestre vamos combinar as diferentes experiências Copilot, incluindo a de programação, numa super app. Este é um grande passo em frente e estou entusiasmado por partilhar mais em breve”.

A tecnológica norte-americana Microsoft assinou um acordo de “vários mil milhões” de dólares com a Mistral, líder francesa em inteligência artificial (IA), com o objetivo de utilizar a capacidade de computação das suas infraestruturas na Europa.

Lusa | 14:56 – 21/07/2026

Não se sabe ainda quando é que a Microsoft revelará mais detalhes sobre esta “super app”, mas fica claro que a combinação de diferentes capacidades numa única aplicação permitirá à gigante tecnológica competir com outras empresas já com apps semelhantes – como é o caso do ChatGPT da OpenAI e do Claude da Anthropic.

Microsoft termina ano fiscal com aumento de 31% nos lucros

A tecnológica norte-americana Microsoft anunciou lucros líquidos de 133,749 mil milhões de dólares (116,7 mil milhões de euros) no ano fiscal de 2026, mais 31% do que no período homólogo, com a plataforma de ‘nuvem’ Azure em destaque.

A empresa obteve receitas totais de 331,839 mil milhões de dólares (289,7 mil milhões de euros) nos doze meses terminados a 30 de junho, mais 18% face ao ano fiscal anterior, segundo um comunicado divulgado após o fecho do mercado em Wall Street.

A receita do Azure ultrapassou pela primeira vez os 100 mil milhões de dólares, e o Microsoft 365 Copilot, assistente de inteligência artificial (IA) da empresa, atingiu mais de 30 milhões de licenças pagas.

O CEO da Microsoft, Satya Nadella, salientou que estes números refletem “a confiança que os clientes depositam” na empresa tecnológica “para impulsionar a sua transformação rumo à IA”.

Microsoft despede 4.800 pessoas. Divisão Xbox é a mais afetada

A Microsoft vai eliminar cerca de 4.800 postos de trabalho, equivalentes a 2,1% da força laboral, numa reestruturação que afetará sobretudo a divisão de videojogos Xbox e que pretende adaptar a empresa ao impacto da Inteligência Artificial (IA).

Lusa | 16:07 – 06/07/2026

Os resultados superaram as expectativas dos investidores e no último trimestre, de abril a junho, período de maior atenção por parte dos investidores, a Microsoft obteve um lucro de 35,766 mil milhões de dólares, mais 31% do que no ano anterior, e uma receita de 90 mil milhões de dólares, mais 18%.

A empresa registou um ganho de 3,2 mil milhões de dólares com o seu investimento na Anthropic, criadora do assistente virtual Claude, e despesas inferiores ao esperado num programa de reformas voluntárias.

No período, a receita trimestral da ‘nuvem’ inteligente atingiu os 39,306 mil milhões de dólares (mais 32%), e a receita do Azure cresceu 43%.

O segmento de produtividade e processos de negócio, que inclui software como o Office 365 e a rede social LinkedIn, gerou receitas de 37,847 mil milhões de dólares, mais 14% face ao ano anterior.

Em contraste, o segmento de computadores pessoais da empresa, que inclui os vários dispositivos Microsoft, o sistema operativo Windows e a consola Xbox, registou um recuo de 4% nos lucros, para 12,854 mil milhões de dólares.

Leia Também: Ainda usa o Microsoft Word? Estas são as 4 grandes desvantagens



Fonte: Notícias ao Minuto

PUBLICIDADE

Leia mais