Messi? A diferença com Cristiano Ronaldo é quando o país precisa dele…

Lionel Messi continua a fazer história no Campeonato do Mundo, marcando pelo nono jogo consecutivo e contribuindo, de forma direta, para a qualificação da Argentina para os quartos de final do Mundial2026. A seleção albiceleste até esteve a perder por dois golos de diferença, mas nem a grande penalidade falhada travou Messi de mudar o […]

Messi? A diferença com Cristiano Ronaldo é quando o país precisa dele…
Messi? A diferença com Cristiano Ronaldo é quando o país precisa dele…


Lionel Messi continua a fazer história no Campeonato do Mundo, marcando pelo nono jogo consecutivo e contribuindo, de forma direta, para a qualificação da Argentina para os quartos de final do Mundial2026. A seleção albiceleste até esteve a perder por dois golos de diferença, mas nem a grande penalidade falhada travou Messi de mudar o rumo da partida. Para Gabriel Agbonlahor já restam poucas palavras para descrever a magia do camisola 10, apontando a grande diferença que o separa de Cristiano Ronaldo. 

“É esta a diferença quando as pessoas tentam comparar Messi e Ronaldo. Não é sobre o Ronaldo, trata-se de Messi, que mesmo nos jogos mais apagados, ele ainda consegue ser o Lionel Messi. Esteve muito apagado na primeira metade, mas quando o país precisa dele… Esqueçam o penálti falhado, toda a gente falha penáltis”, começou por dizer Agbonlahor, na antena da talkSPORT, prosseguindo. 

“Ele deu a volta, pegou na bola e fez uma assistência. E se olharmos para o segundo golo, no ângulo mais próximo, ele está a gritar pela bola. Cruza uma vez, bloqueio, cruza outra vez, bloqueio novamente. E aquela finalização, sabem quão difícil é conseguir finalizar assim? Honestamente, ele deixa-me sem palavras”, admitiu o antigo ponta de lança inglês.

“CR7 esteve muito longe”

Gabriel Agbonlahor também não deixou de analisar o desempenho de Cristiano Ronaldo – três golos em cinco jogos – no Mundial2026, destacando as dificuldades de Portugal em conseguir jogar com o avançado do Al Nassr em campo. 

“Algumas das suas estatísticas são fantásticas, mas ele tentou zero dribles nos últimos nove jogos. Ele não segura a bola, não corre atrás dela… Quando falamos de jogadores que parecem não estar tão envolvidos, olhamos para o exemplo de Haaland: ainda corre e oferece algo à equipa. Acho que provavelmente Ronaldo esteve muito longe nestes dois últimos torneios [Euro2024 e Mundial2026]”, argumentou o antigo jogador do Aston Villa. 

Argentina-Egito ainda dá que falar

Críticas à parte, e ao contrário de Cristiano Ronaldo, Lionel Messi conseguiu levar a Argentina até aos quartos de final desta edição do Campeonato do Mundo, mas com polémica à mistura. As decisões do árbitro da partida frente ao Egito continuam a dar que falar e a Federação Egípcia de Futebol visou diretamente a FIFA em comunicado emitido esta quinta-feira.

“A Federação Egípcia de Futebol não pode permanecer em silêncio perante as decisões de arbitragem verificadas no encontro frente à Argentina, bem como perante a inadequada utilização do sistema de videoárbitro (VAR). Vários lances decisivos suscitaram sérias dúvidas e levantaram profundas questões quanto à coerência e imparcialidade de decisões que influenciaram diretamente o rumo da partida”, pode ler-se na nota oficial, que prossegue. 

“Diversos especialistas e analistas de futebol, tanto no Egito como a nível internacional, assinalaram vários episódios polémicos e determinantes relacionados com a arbitragem desse encontro. Tal reforça a necessidade de assegurar os mais elevados padrões de integridade, justiça e transparência na arbitragem, sobretudo numa competição com a dimensão e importância do Mundial2026”, vincou a Federação. 

A EFA admitiu, ainda, a “profunda frustração” entre os jogadores e pediu que “todas as seleções compitam em igualdade de circunstâncias e sejam tratadas de forma equitativa”. 

“Defender os direitos e os interesses da seleção nacional do Egito não é uma questão que possa ser ignorada, desvalorizada ou tratada como secundária. É uma responsabilidade que assumimos com total convicção e determinação. Todos os jogadores que envergam a camisola do Egito, bem como todos os adeptos que apoiam a equipa, merecem justiça, respeito e a aplicação imparcial das leis do jogo”, concluiu a EFA. 

Assim que o árbitro soou o apito final do duelo entre Argentina e Egito, o camisola 10 dos sul-americanos, autor de um golo e de uma assistência na reviravolta épica da albiceleste, não escondeu a emoção.

Notícias ao Minuto | 08:16 – 08/07/2026



Fonte: Notícias ao Minuto

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