Madonna, Bieber, BTS… até Ronaldinho esteve no intervalo do Mundial

O jogo entre a Argentina e a Espanha chegou ao fim da primeira parte sem nenhuma das equipas ter marcado, mas com espetáculo marcado para o intervalo. Madonna foi a primeira a dar “Music” ao Estádio MetLife, em East Rutherford, nos Estados Unidos. Enquanto os jogadores recebiam novas instruções, a Rainha do Pop entrou no […]

Madonna, Bieber, BTS… até Ronaldinho esteve no intervalo do Mundial
Madonna, Bieber, BTS… até Ronaldinho esteve no intervalo do Mundial



O jogo entre a Argentina e a Espanha chegou ao fim da primeira parte sem nenhuma das equipas ter marcado, mas com espetáculo marcado para o intervalo. Madonna foi a primeira a dar “Music” ao Estádio MetLife, em East Rutherford, nos Estados Unidos.

Enquanto os jogadores recebiam novas instruções, a Rainha do Pop entrou no relvado acompanhada por Ronaldo e Ronaldinho – sim, primeiro a conduzir, depois a ladeá-la, tal qual guarda-costas num terreno que tão bem conhecem.

As duas lendas do futebol brasileiro conduziram a cantora até ao relvado num carro, tal como pode ver no vídeo abaixo e depois acompanharam-na nas últimas notas de uma breve apresentação (afinal, os minutos eram poucos).

Também se ouviu “Seven Nation Army” dos White Stripes, uma música que se tornou muito comum nos estádios norte-americanos. Já no relvado viram-se personagens dos “Marretas” e da “Rua Sésamo”, que até tocaram bateria.

Com ‘remada viking’ da Noruega, a orquestra presente passou o espetáculo aos BTS, que levaram “Dynamite” até ao estádio. Seguiu-se depois Jason Sudeikis – ou “Ted Lasso” -, que trouxe Justin Bieber, num interpretação mais melodiosa. Shakira e Burna Boy seguiram-se.

Ouviu-se ainda o PS22 Chorus, um coro escolar de Nova Iorque que se tornou viral mundialmente com versões no YouTube. Aqui, encerrou o espetáculo ao lado dos Coldplay, com o vocalista, Chris Martin, que fez a curadoria da apresentação.

Ainda que as performances em si tenham cumprido a sua função, as primeiras reações não foram as melhores, usando-se expressões como “vergonha alheia” ou “confusão”. “Espero que este tenha sido o único espetáculo de intervalo de Mundial que tive de ver na minha vida”, escreveu o jornalista Matthew Leung, no Guardian.

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Fonte: Notícias ao Minuto

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