Jaime Faria não se sentiu bem no court após dois meses sem jogar

Jaime Faria assumiu hoje ter-se sentido “um bocado lento” no court, na derrota na primeira ronda do Estoril Open em ténis, mas garantiu estar 100% recuperado da lesão que o manteve afastado da competição durante dois meses.   “Senti-me um bocado lento, não muito ágil em campo. É normal após dois meses sem jogar. Mesmo […]

Jaime Faria não se sentiu bem no court após dois meses sem jogar
Jaime Faria não se sentiu bem no court após dois meses sem jogar



Jaime Faria assumiu hoje ter-se sentido “um bocado lento” no court, na derrota na primeira ronda do Estoril Open em ténis, mas garantiu estar 100% recuperado da lesão que o manteve afastado da competição durante dois meses.

 

“Senti-me um bocado lento, não muito ágil em campo. É normal após dois meses sem jogar. Mesmo aqui, não foram os dias mais fáceis. Ontem [na terça-feira], acordei cheio de dores de costas, não conseguia mexer-me de manhã. Foi meio que um milagre jogar hoje e até competir bem”, resumiu o número dois nacional.

O lisboeta, de 21 anos, perdeu hoje na primeira ronda do Estoril Open, challenger a decorrer até domingo no Clube de Ténis do Estoril, frente ao ‘lucky loser’ Bernabé Zapata Miralles.

“Estou feliz com a minha atitude, com a minha prestação, ainda assim, com um ‘handicap’. Mérito para o meu adversário, que jogou bastante bem. Não tem passado uma fase fácil, mas hoje demonstrou um muito bom nível”, elogiou, referindo-se ao atual 380.º jogador ATP, que venceu com os parciais de 6-3 e 7-6 (7-2), em uma hora e 23 minutos.

Faria regressou hoje à competição, após dois meses de paragem devido a uma lesão no pé esquerdo, e, aos jornalistas, garantiu estar 100% recuperado.

“Forcei um bocadinho o ‘timing’ de regresso à competição aqui para o Estoril. Queria muito jogar o torneio, em casa. É um torneio que é muito querido para mim e é pena não me conseguir apresentar nas melhores condições. Dei o meu melhor e agora vou preparar outra vez a minha forma e meter-me da melhor maneira para [o Masters 1.000 de] Roma”, declarou.

O jovem luso reconheceu que o Estoril Open, este ano ‘despromovido’ à categoria ‘challenger’, é “sempre um torneio diferente”.

“Não é como jogar fora: sinto um bocadinho mais de ansiedade e nervosismo, mas é uma coisa com que vou ter de viver a minha carreira toda, se quiser jogar bem em Portugal. De um modo geral, jogo bem em Portugal e adoro jogar com o público. Hoje, não foi muito pela ansiedade [que perdeu], foi mesmo o meu nível que não estava lá”, defendeu.

Apesar da derrota, Faria confessou ter desfrutado do encontro da primeira ronda. “Adoro competir e já não competia há dois meses. Ter o público todo a puxar por mim é especial e já não sentia isso há algum tempo”, pontuou.

Depois de um início de ano em que jogou a um nível “bastante alto”, o 105.º jogador mundial assume querer prolongar os bons resultados com que arrancou 2025.

“É um nível a que me estou a habituar um bocadinho. É verdade que consegui dar uma boa réplica no início do ano, mas a este nível é preciso ter consistência”, completou.

Agora, Faria vai tomar o seu tempo, descansar e preparar-se bem para o Masters 1.000 de Roma, onde só começa a jogar na segunda-feira.

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Fonte: Notícias ao Minuto

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