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Segundo a defesa, a lei que criou o crime autônomo de feminicídio, com penas entre 20 e 40 anos, não pode ser aplicada retroativamente, conforme a Constituição e o entendimento do STF e do STJ. Os advogados também apontam nulidades e violações a garantias constitucionais, afirmando que o recurso busca apenas a revisão da decisão com base no devido processo legal, na ampla defesa e na imparcialidade do julgamento.
Fonte: G1
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