Eis a plataforma que ensina mais de síndromes raras de risco oncológico

O Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto (i3S) lança hoje o Learning Hub, uma plataforma digital interativa com recursos educativos sobre síndromes raras de risco oncológico, foi hoje divulgado. Em comunicado, o i3S explica que a plataforma tem como principal objetivo “traduzir ciência complexa em linguagem acessível, para que doentes, […]

Eis a plataforma que ensina mais de síndromes raras de risco oncológico
Eis a plataforma que ensina mais de síndromes raras de risco oncológico


O Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto (i3S) lança hoje o Learning Hub, uma plataforma digital interativa com recursos educativos sobre síndromes raras de risco oncológico, foi hoje divulgado.

Em comunicado, o i3S explica que a plataforma tem como principal objetivo “traduzir ciência complexa em linguagem acessível, para que doentes, familiares e profissionais de saúde possam compreender melhor estas doenças e tomar decisões mais informadas”.

A plataforma reúne para já informação sobre oito síndromes específicas.

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A apresentação vai ser feita no XXXII Porto Cancer Meeting, que arranca hoje no i3S e prossegue na quinta e sexta-feira no Super Bock Arena.

O encontro vai reunir investigadores, clínicos, gestores de saúde e “famílias de vários países europeus que aprenderam a viver com a sombra do cancro hereditário”.

Em debate “estará a genética destes cancros, os seus custos para a sociedade e novas diretrizes para melhorar a comunicação entre todos os intervenientes no sistema de saúde”, explica Carla Oliveira, investigadora do i3S e coordenadora do Learning Hub.

Este projeto foi desenvolvido no âmbito do projeto europeu PREVENTABLE, financiado com cerca de cinco milhões de euros pelo programa Horizon Europe da Comissão Europeia, e coordenado pela investigadora do i3S Carla Oliveira.

Um especialista alertou para o impacto do sono insuficiente na saúde e segurança no trabalho, salientando que a má qualidade está associada a um aumento de até 88% do risco de acidentes no trabalho ou durante o percurso casa-trabalho.

Lusa | 08:01 – 22/04/2026



Fonte: Notícias ao Minuto

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