
Imagine estar a meio do dia e receber o sinal de ‘bateria fraca’. Que reação costuma ter? A frustração pode muitas vezes ser alternada com momentos de ansiedade e até de pânico. Mas de onde vêm essas emoções?
Se deixa que o seu estado de espírito seja influenciado pela bateria de um dispositivo eletrónico, os The Minimalists acreditam que possa ter criado uma dependência.
Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus explicam que as três regras que vão fazer a diferença na sua vida para resolver este “problema” se baseiam em minimalismo, uma vez que é isso “que permite que possamos abrir espaço para as coisas mais importantes da vida – que na verdade não são coisas“.
Os autores explicam que o problema não é o consumo, mas sim a compulsividade com que consumimos, portanto, “se o seu telefone está constantemente ‘prestes a morrer’, talvez não seja o telefone que está com problemas”, apontam.
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Neste momento, já consegue identificar de que forma o seu ‘smarthphone’ pode impactar o seu dia a dia, mas afinal como pode prolongar e melhorar a sua qualidade de vida?
Os especialistas sublinham que estas três dicas podem ter um impacto imediato.
Ative o modo avião
Como é obvio, se trabalha com o telemóvel ou se está à espera de um telefonema importante, não será boa ideia ativar o modo avião. Não obstante, os The Minimalists referem que nem sempre se justifica estar sob vigilância, afinal o cérebro também precisa de descanso destas tecnologias e há momentos definidos para cada ocasião.
Arrume o telemóvel numa gaveta
Este método não tem de ser literal, mas manter os dispositivos eletrónicos fechados em locais que não estejam tão próximos pode ajudar a melhorar o ‘detox tecnológico’. Este método pode ainda representar um aumento da sua produtividade diária.
Faça algo que não envolva ecrãs
Existem inúmeras atividades que não implicam ecrãs. Basta começar a procurar novos hobbies, isso pode mantê-lo entretido e até pode chegar à conclusão de que não precisa efetivamente destas tecnologias para “sobreviver”.
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Fonte: Notícias ao Minuto
