
Além do ecrã flexível, a dobradiça dos telemóveis dobráveis é considerada um dos elementos mais importantes. Além de ajudar a garantir uma boa experiência durante a utilização normal do dispositivo, uma boa dobradiça também assegura durabilidade e que o telemóvel poderá ser mantido durante muito tempo.
É natural portanto que, com a perspetiva da Apple de lançar o seu primeiro iPhone de ecrã dobrável, a dobradiça fosse uma das grandes preocupações da empresa e, com o anúncio desta semana do iPhone Duo, ficámos a conhecer um pouco mais ao detalhe este componente e o processo de desenvolvimento.
Quando revelou o iPhone Duo, a Apple adiantou que a dobradiça era composta por titânio e metal líquido, com a empresa a explicar que estas escolhas foram tomadas para evitar a degradação que surge naturalmente com o uso continuado.
Ainda que muitos tenham ficado impressionados com o primeiro telemóvel de ecrã dobrável da Apple, o iPhone Duo, fica claro através de uma análise mais aprofundada que o iPhone 18 Pro e 18 Por Max continuam a ser propostas (muito) viáveis.
Miguel Patinha Dias | 10:10 – 11/09/2026
Mais ainda, conta o site TechCrunch que o responsável pelo departamento de hardware da Apple, Johny Srouji, explicou que a dobradiça foi criada com recurso a ferramentas de Inteligência Artificial.
“Durante o processo de fabrico, usámos algoritmos de Inteligência Artificial para combinar de forma precisa cada dobradiça individual com o encaixe ideal, garantindo assim um alinhamento perfeito”, explicou Srouji.
O executivo adiantou ainda que o ecrã também foi alvo de especial atenção, explicando que o painel flexível tem “um acabamento personalizado com nanotextura que reduz significativamente o brilho e reflexos”.
Lembrar que o iPhone Duo custará 2.399 euros e estará oficialmente disponível a partir do dia 23 de outubro. O período de pré-venda será iniciado no dia 16 de outubro.
Leia Também: “Aquecer as nossas sobras”. Samsung reage ao iPhone Duo da Apple
Fonte: Notícias ao Minuto
