Como enfrentar a nova variante da gripe H3N2 subtipo K

A nova variante da gripe, H3N2 subtipo K, já começa a preocupar os profissionais de saúde. A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, admitiu na segunda-feira que, apesar de os hospitais estarem preparados para enfrentar esta estirpe, será “um grande desafio” para a saúde. O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) também já […]

Como enfrentar a nova variante da gripe H3N2 subtipo K
Como enfrentar a nova variante da gripe H3N2 subtipo K


A nova variante da gripe, H3N2 subtipo K, já começa a preocupar os profissionais de saúde. A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, admitiu na segunda-feira que, apesar de os hospitais estarem preparados para enfrentar esta estirpe, será “um grande desafio” para a saúde.

O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) também já tinha apelado recentemente aos países da União Europeia para uma aceleração da vacinação, uma vez que os casos de H3N2 subtipo K estão a aumentar “de forma invulgar e precoce”.

Do ponto de vista clínico, esta nova estirpe é igual a uma gripe normal, no entanto, o infecciologista do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, Jaime Nina clarificou à CNN que, “do ponto de vista imunológico, é um pouco diferente”.

Sintomas

À semelhança de uma gripe comum, esta estirpe inclui todos os sintomas como tosse, febre, corrimento nasal em abundância, fadiga, dificuldade respiratória, desidratação, dores musculares e arrepios. 

No entanto, a infecção através desta estirpe tende a ser mais grave em qualquer faixa etária, sobretudo em crianças e idosos. 

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Como se proteger

Reforçar a vacinação contra a gripe: Apesar de a vacinação da nova variante não estar contemplada no plano de vacinação, profissionais de saúde garantem que a vacina atual da gripe confere proteção parcial contra esta nova estirpe.

A vacinação não vai impedir que contraia o vírus, mas pode diminuir o risco do desenvolvimento de doenças graves, de consequentes hospitalizações ou mortes por doenças respiratórias.

Evitar espaços fechados com muitas pessoas (se tiver de o fazer, por prevenção recorra ao uso de máscara);

Lavar as mãos regularmente.

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Tem hábitos repetidos que considera inofensivos, mas que mesmo assim já alguém lhe sugeriu para parar? O facto de serem vícios não representa um bom indicador. A ciência diz que alguns desses comportamentos podem levar a infeções. Descubra quais são.

Inês Morais Monteiro | 06:44 – 25/11/2025



Fonte: Notícias ao Minuto

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