Com a saída de João Nuno já são 11 as mudanças de treinador na I Liga

No dia seguinte à derrota na receção ao líder isolado FC Porto (2-1), na 31.ª jornada, o clube da Reboleira confirmou, à Lusa, a saída do segundo treinador efetivo da época, que se tinha desenrolado até à quinta ronda sob orientação de José Faria e prosseguiu com João Nuno depois da sétima, volvida uma transição […]

Com a saída de João Nuno já são 11 as mudanças de treinador na I Liga
Com a saída de João Nuno já são 11 as mudanças de treinador na I Liga



No dia seguinte à derrota na receção ao líder isolado FC Porto (2-1), na 31.ª jornada, o clube da Reboleira confirmou, à Lusa, a saída do segundo treinador efetivo da época, que se tinha desenrolado até à quinta ronda sob orientação de José Faria e prosseguiu com João Nuno depois da sétima, volvida uma transição interina assumida pelo técnico-adjunto Luís Silva.

João Nuno, de 40 anos, teve a primeira experiência no escalão principal, ao qual chegou em setembro de 2025 proveniente do Belenenses, da Liga 3, e deixa o Estrela da Amadora ainda envolvido na luta pela permanência, após cinco vitórias, seis empates e 13 derrotas para o campeonato.

A três jornadas do fim, e numa altura em que os perseguidores Casa Pia e Tondela ainda têm um jogo em atraso cada, os ‘tricolores’ ocupam o 15.º lugar, último de manutenção, e somam 28 pontos, dois acima da vaga de acesso ao play-off de permanência e sete acima da zona de despromoção.

A saída de João Nuno acontece praticamente um mês depois de o italiano Cristiano Bacci, veiculado como próximo treinador do Estrela da Amadora, ter abandonado o Tondela, que nomeou Gonçalo Feio, outro estreante na I Liga, como terceiro técnico de uma temporada iniciada com Ivo Vieira.

Antes do Estrela da Amadora e do Tondela, o AVS, 18.º e último classificado e já despromovido ao segundo escalão, foi o primeiro clube a protagonizar duas mudanças de treinador, ao começar com José Mota e terminar sob alçada de João Henriques, por entre uma breve passagem de João Pedro Sousa, antecedida pela transição interina com Fábio Espinho.

O Casa Pia também teve três técnicos efetivos, mas Gonçalo Brandão integrou uma equipa multidisciplinar, que sucedeu a João Pereira, na primeira troca nos bancos em 2026, e seria substituído por Álvaro Pacheco.

Ao contrário da época passada, marcada pelo inédito pleno de alterações técnicas dos três ‘grandes’ na mesma edição da I Liga, o FC Porto e o bicampeão nacional Sporting mantiveram o italiano Francesco Farioli e Rui Borges, respetivamente, enquanto o Benfica fez regressar José Mourinho para o lugar de Bruno Lage, na sequência da derrota com os azeris do Qarabag, na estreia na fase de liga da Liga dos Campeões, em setembro.

Essa troca aconteceu depois da quinta jornada – tal como a saída de José Faria do Estrela da Amadora -, numa temporada em que houve igualmente mudanças singulares no Santa Clara, com Petit a render Vasco Matos, e no Vitória de Guimarães, face à promoção de Gil Lameiras da equipa B vimaranense como sucessor de Luís Pinto, após o êxito na Taça da Liga.

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Fonte: Notícias ao Minuto

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