Cole Palmer quebra o silêncio sobre o Manchester United: “Só me rio…”

Cole Palmer concedeu uma extensa entrevista à edição deste sábado do jornal britânico The Guardian, na qual quebrou o silêncio a propósito dos rumores que, ao longo dos últimos meses, têm vindo a dar conta de uma alegada vontade de regressar a Manchester, para reforçar, não o Manchester City (onde completou formação), mas sim o […]

Cole Palmer quebra o silêncio sobre o Manchester United: “Só me rio…”
Cole Palmer quebra o silêncio sobre o Manchester United: “Só me rio…”



Cole Palmer concedeu uma extensa entrevista à edição deste sábado do jornal britânico The Guardian, na qual quebrou o silêncio a propósito dos rumores que, ao longo dos últimos meses, têm vindo a dar conta de uma alegada vontade de regressar a Manchester, para reforçar, não o Manchester City (onde completou formação), mas sim o Manchester United.

“Toda a gente se limita a falar. Quando eu vejo isso, só me rio. Obviamente, Manchester é a minha casa. Toda a minha família está lá, mas não tenho saudades disso. Talvez tenha saudades se não for lá durante três meses ou algo do género, mas, depois, quando chego a casa, penso que, de qualquer maneira, não há lá nada para mim”, começou por afirmar.

“Não tenho planos para deixar o Chelsea. Ainda temos muito por que jogar. Temos a meia final da Taça de Inglaterra [contra o Leeds United], e, se terminarmos num dos lugares de apuramento para a Liga dos Campeões, isso coloca-nos numa boa posição para contratar os jogadores de que precisamos”, prosseguiu.

“Nós falámos com os proprietários, e eles estão certos dos jogadores necessários. O Reece [James] não assinaria um contrato de seis anos se não tivesse falado com os proprietários e com a direção. Eu e o Reece falamos muito, sobre coisas de que precisamos, jogadores que temos de contratar e de como as coisas têm de ser”, completou.

“Não perdi toda a minha qualidade. Estive lesionado”

O internacional inglês, recorde-se, deu os primeiros passos no mundo do futebol ao serviço do Manchester City, mas, face à escassez de oportunidades dadas por Pep Guardiola, optou por ‘mudar de ares’, rumo ao Chelsea, no verão de 2023, a troco de uma verba na ordem dos 47 milhões de euros.

Desde então, o avançado de 23 anos de idade, foi utilizado num total de 124 jogos oficiais, ao cabo dos quais somou 53 golos e 31 assistências, contribuindo para a conquista de um Campeonato do Mundo de Clubes e de uma Liga Conferência Europa, em 2025. O contrato prolonga-se até 2033, e o próprio diz estar integrado, quer no plano desportivo, quer no social.

“Se pegares em alguém como eu, que é de Manchester, e o juntas a outra pessoa de Manchester, vamos limitar-nos a estar sentados, nesta sala, sem dizer nada um ao outro. Eu gosto das pessoas do sul. Elas, simplesmente, falam, falam e falam contigo”, atirou, entre risos, numa entrevista na qual confessou que o único ponto baixo, em Stamford Bridge, foram as lesões.

“Nunca tinha estado lesionado desta maneira, antes. Fiquei afastado durante três meses. Voltei no início de dezembro, fora, contra o Leeds United. Entrei para os últimos 30 minutos, e nem sequer conseguia correr ou rematar, mas queria muito jogar. Estava a tentar jogar, e foi demasiado estranho”, refletiu.

“Agora, estou bem. A questão passa apenas por recuperar o ritmo e a forma, porque eu estive à altura, quando cheguei. Na temporada passada, marquei 14 golos na Premier League, em 20 jogos. Depois, chegou o Campeonato do Mundo. Não vai, simplesmente, desaparecer. Não perdi toda a minha qualidade. Estive lesionado”, concluiu.

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Fonte: Notícias ao Minuto

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