
O Benfica emitiu, ao final da manhã deste domingo, um comunicado, através das plataformas oficiais, na qual esclareceu os contornos da demissão de Bruno Lage, na sequência das notícias que, ao longo dos últimos dias, têm vindo a dar conta de um alegado mal-estar entre ambas as partes.
O clube da Luz garante que, ao contrário do que foi veiculado pela imprensa desportiva nacional, o treinador “contou sempre com o total apoio e solidariedade da estrutura do clube durante todo o período em que exerceu funções”, além de que “todas as decisões relativas ao mercado e à organização desportiva foram tomadas com o seu conhecimento, aval e concordância”.
“A decisão de rescisão do contrato foi tomada exclusivamente pelo presidente do Sport Lisboa e Benfica, em articulação com a respetiva Comissão Executiva da Benfica SAD, sempre na defesa dos superiores interesses do clube”, pode ler-se.
“Qualquer outra consideração sobre este processo é objetivamente falsa e constitui um lamentável exercício de difamação”, rematam os encarnados.
A cronologia dos acontecimentos
Bruno Lage, recorde-se, regressou à Luz para uma segunda passagem (a primeira tivera lugar entre 2019 e 2020) logo na reta inicial da passada temporada, para fazer face à demissão de Roger Schmidt, e chegou mesmo a conseguir recolocar o Benfica na luta pelo título de campeão nacional (que acabou por ir parar às mãos do Sporting), da qual chegou a parecer estar arredada.
Em 2024/25, conquistou uma Taça da Liga, e, já em 2025/26, uma Supertaça Cândido de Oliveira (curiosamente, em ambas as ocasiões, perante os eternos rivais), mas acabou por não conseguir resistir a uma série de três partidas menos conseguidas, perante Alverca (vitória, por 1-2), Santa Clara (empate a uma bola) e Qarabag (derrota, por 2-3), acabando por ser demitido.
[Notícia em atualização]
Fonte: Notícias ao Minuto
