A reciclagem vai além da separação do lixo, atualmente, é considerada uma das formas mais diretas e eficazes para reduzir o impacto dos resíduos no ambiente, por exemplo, através da redução das emissões de gases de efeito de estufa.
Além desta prática sustentável, alguns especialistas revelaram ao blog Martha Stewart o que não pode mesmo despejar no lixo comum.
Saiba de que objetos estamos a falar e conheça os principais riscos.
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Sacos de plástico
Os sacos de plástico já se pagam há algum tempo, mas muitas famílias parecem ainda não ter percebido o objetivo deste custo extra. Em muitas casas ainda se usam sacos do lixo e também continuam a ser descartados com facilidade.
Ryan Metzger, fundador da Ridwell, um serviço de reciclagem reforça a dificuldade de descartar corretamente estes itens: “Nunca se chegam a decompor verdadeiramente num aterro”, explica
A par disso, a leveza dos sacos faz com que não cheguem a entrar nos caminhões de lixo, contribuindo posteriormente “para a poluição ambiental, e depois, aves e espécies marinhas confundem-nos com alimentos, produzindo consequências devastadoras.”
“Para evitar que os sacos plásticos cheguem a aterros sanitários, reutilize-os sempre que possível”, em alternativa também pode considerar opções de papel ou de pano.
Pilhas e baterias
“Pilhas não pertencem ao lixo”, aponta Metzger. “Estes objetos podem provocar incêndios nos caminhões de lixo e instalações de resíduos.”
Além disso, as baterias contêm “produtos químicos tóxicos como chumbo, mercúrio e cádmio que podem vazar quando perfurados, contaminando o solo e os cursos de água”, por isso, a melhor opção é descartar estes objetos em contentores próprios para esse fim.
Medicamentos
Independentemente do tipo de medicamentos, quer estejam fora da validade ou sem utilidade, nunca os descarte num lixo convencional, sobretudo os medicamentos que têm prescrição médica ou contêm seringas ou outros materiais injetáveis.
“Quando os medicamentos são descartados no lixo, podem espalhar-se no meio ambiente e prejudicar a vida selvagem”, explica Parks. Além disso, “também podem ser levados acidentalmente por crianças, animais de estimação ou pela pessoa errada”.
Para evitar problemas informe-se numa farmácia próxima acerca do método mais eficaz para se livrar desses medicamentos, algumas até têm depósitos próprios.
No dia do lançamento do sistema de embalagens para reciclagem (SDR), alguns cidadãos ouvidos pela Lusa junto a centros comerciais da capital disseram que a iniciativa é positiva, mas consideraram que será pouco eficiente.
Lusa | 19:49 – 10/04/2026
Fonte: Notícias ao Minuto