“Abominação”. Seria o Manchester United campeão se não fosse por Amorim?

Aquilo que chegou a parecer impossível pode mesmo vir a tornar-se realidade. Quando restam apenas cinco jornadas por disputar, até ao final da presente temporada desportiva de 2025/26, o Manchester United ocupa o terceiro lugar da Premier League, pelo que o regresso à Liga dos Campeões está mais perto do que nunca. Neste momento, os […]

“Abominação”. Seria o Manchester United campeão se não fosse por Amorim?
“Abominação”. Seria o Manchester United campeão se não fosse por Amorim?



Aquilo que chegou a parecer impossível pode mesmo vir a tornar-se realidade. Quando restam apenas cinco jornadas por disputar, até ao final da presente temporada desportiva de 2025/26, o Manchester United ocupa o terceiro lugar da Premier League, pelo que o regresso à Liga dos Campeões está mais perto do que nunca.

Neste momento, os red devils somam 58 pontos, tantos quanto o Aston Villa, e menos 12 do que a dupla de líderes composta por Manchester City e Arsenal. Um cenário que, na opinião de Alex Crook, jornalista da rádio britânica talkSPORT, comprova que, se Michael Carrick tivesse sido o treinador, desde o início da época, ao invés de Ruben Amorim, estes poderiam mesmo estar… na luta pelo título.

“Se Michael Carrick estivesse no cargo, no início da temporada, o Manchester United faria, certamente, parte desta fascinante corrida pelo título, juntamente com Manchester City e Arsenal. O antigo treinador, cujo nome eu não vou pronunciar, era publicamente fracassado ao nível da tática”, começou por afirmar.

“A linha de três defesas que implementou custou ao Manchester United muitos pontos, no início da temporada. A recusa dele em apostar em Kobbie Mainoo, que eu sempre disse tratar-se de um talento geracional e um médio de topo, custou pontos ao Manchester United”, prosseguiu, ante de deixar um lamento.

“Eu penso que, se o Manchester United tivesse, simplesmente, um treinador a sério, sem competições europeias e com contratações decentes, no verão, como foi o caso de [Bryan] Mbeumo, [Matheus] Cunha e [Senne] Lammens… Eu penso que esta era uma oportunidade”, completou.

Os cinco ‘pecados’ de Ruben Amorim

Alex Crook enumerou, de seguida, as cinco partidas que considera terem sido decisivos para afastar o Manchester United desta contenda: “Regresso ao primeiro jogo da época, o 0-1 contra o Arsenal. O consenso comum, depois, daquele jogo, foi que o Manchester United jogou muito bem e merecia ter levado pontos”.

“Eles teriam levado um ponto, naquele dia, se o antigo treinador não tivesse decidido colocar Altay Bayindir na baliza. Revejam o golo que o Manchester United sofreu. Eu sei que [André] Onana não é, de todo, o melhor guarda-redes do mundo, mas aquilo foi uma calamidade por parte de Bayindir, que custou, não só um ponto, como talvez a possibilidade de três”, atirou.

Seguiu-se o empate a uma bola com o Fulham, no qual Ruben Amorim é acusado de ter “colocado a mordaça” no ataque. Mais tarde, os dois empates a duas bolas com Nottingham Forest, formações que, agora, estão na luta pela promoção no principal escalão do futebol inglês, contra os quais os red devils foram “a melhor equipa”.

“A gestão do jogo foi estonteante. Eles acabaram por somar dois pontos, quando podiam ter somado seis. Provavelmente, o pior de todos foi a 24 de novembro, uma segunda-feira, quando o Manchester United perdeu contra um Everton reduzido a dez jogadores, por 0-1. Isso, para mim, foi, absolutamente, o ponto mais baixo. Mais baixo do que o Grimsbry”, referiu.

“Os jogadores deles estavam a lutar uns contra os outros, e o Manchester United conseguiu perder. Aquilo foi uma abominação. Se juntarmos todos esses pontos, e isso tudo apenas até ao final de novembro, o Manchester United teria mais 13 pontos. Estaria na liderança da Premier League, se apenas tivessem um treinador minimamente capaz”, concluiu.

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Fonte: Notícias ao Minuto

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