Parto prematuro. Quais os fatores de risco e como prevenir

Quando um bebé nasce antes do tempo, devido a um parto prematuro, são necessários vários cuidados adicionais. A alta poderá demorar mais e tudo depende do estado do bebé. Neste Dia Mundial da Prematuridade, que se assinala esta segunda-feira, 17 de novembro, conheça alguns dos fatores de risco como é possível prevenir um parto prematuro. […]

Parto prematuro. Quais os fatores de risco e como prevenir
Parto prematuro. Quais os fatores de risco e como prevenir

Quando um bebé nasce antes do tempo, devido a um parto prematuro, são necessários vários cuidados adicionais. A alta poderá demorar mais e tudo depende do estado do bebé. Neste Dia Mundial da Prematuridade, que se assinala esta segunda-feira, 17 de novembro, conheça alguns dos fatores de risco como é possível prevenir um parto prematuro.

“Um bebé que nasce antes das 37 semanas é considerado um bebé prematuro ou pré-termo. Ou seja, a duração normal de uma gravidez oscila entre as 37 e as 42 semanas, sendo a data do parto calculada para as 40 semanas de gestação, o que significa que um bebé que nasce antes das 37 semanas de idade gestacional é considerado prematuro”, começa por dizer o website do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

No que diz respeito às características físicas, explicam que um bebé prematura pode ter um tamanho mais pequeno, baixo peso, pele fina e rosada, mas também dificuldades alimentares e respiração irregular.

Os bebés prematuros necessitam, num primeiro momento, de equipas diferenciadas e multidisciplinares, que incluem pediatras/neonatologistas, enfermeiros e, podem incluir outros profissionais de saúde como, psicólogos, terapeutas da fala, entre outros.

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Fatores de riscos e como é possível prevenir?

“Embora não exista nenhum teste que possa prever um parto prematuro, a verdade é que existem vários fatores que aumentam o risco de isso acontecer a uma grávida”, revela o website da Medicare.

Apontam como fatores de risco um parto prematuro anterior, uma gravidez de gémeos, intervalo menor a seis meses entre gravidez, tensão aerterial e diabetes, tensão arterial e abortos espontâneos, situações de stress e até ter menos de 17 anos ou mais de 35.

“A prevenção nem sempre é possível, mas há medidas que devem ser seguidas”, continuam. É o caso de acompanhamento pré-natal, não fazer automedicação, não consumir álcool e não fumar, aliviar o stress, ter uma alimentação saudável e nutrida e fazer sempre o relato de doenças crónicas e reações alérgicas.

A importância do papel dos pais

“A presença dos pais é fundamental em todo o processo. A investigação aponta para que essa proximidade possa contribuir não só para o bem-estar do bebé, mas também para a sua recuperação”, explica o website do grupo Lusíadas Saúde.

“Toda a vinculação estabelecida nesta fase parece aumentar os resultados mais positivos. As experiências sensoriais com os pais e o respeito pelo bebé prematuro na sua condição fisiológica por parte dos profissionais parecem melhorar a condição final destes bebés”, continuam.

Bebés prematuros em Portugal

Segundo dados do SNS, “em 2022, registou-se um decréscimo da percentagem de nados-vivos prematuros (com menos de 37 semanas de gestação) para 7,4% (7,5% em 2021). As percentagens inferiores ao valor nacional verificaram-se apenas nas mães com idade entre os 25-29 anos (6,5%) e os 30-34 anos (6,9%)”.

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Fonte: Notícias ao Minuto

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